simbolo da psicologa
Fernanda Soibelman Kilinski - psicóloga


Carência Afetiva

A carência afetiva tem origem bem no início da vida. Os indivíduos considerados carentes são aqueles que não se sentiram apoiados e valorizados na infância. Geralmente cresceram em ambientes conturbados e pouco estruturados.

Estas pessoas demandam atenção constante e desejam agradar os outros a ponto de se anularem. Em geral, seu padrão de relacionamento é bastante insalubre, pois correm o risco de serem rejeitados, menosprezados e desvalorizados pelo parceiro em função de sua total disponibilidade em troca de atenção e carinho. É comum que abram mão de seu trabalho, amigos e familiares para se dedicarem exclusivamente ao parceiro. Acreditam que não sejam merecedores de amor, mas que seu cônjuge seja.

Nas relações saudáveis, não existe um receptor e um doador de amor, atenção e carinho. Os papéis devem se alternar.

Muitos carentes acabam por desenvolver uma compulsão por compras, alimentos, etc. como forma de suprir este vazio interior, porém a sensação de preenchimento é apenas temporária e sempre insuficiente.

É preciso compreender que o que estamos buscando no outro, na realidade devemos buscar dentro de nós mesmos. Se estiver difícil enfrentar sozinho, a ajuda de um psicólogo pode ser o caminho.

Cabe ainda ressaltar que a carência é saudável em níveis moderados, pois nos impulsiona a nos relacionarmos.

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