simbolo da psicologa
Fernanda Soibelman Kilinski - psicóloga


Final de Ano

Esta época não representa necessariamente alegria. Muitas pessoas sentem- se deprimidas neste período e acreditam que tem a obrigação de se sentirem felizes, mesmo considerando que não tem motivos para isto.

É no final do ano que fazemos um balanço de todas as realizações, perdas, e frustrações.

Para algumas pessoas, pensamentos como “não tenho onde passar o Natal” ou “Não tenho planos para o próximo ano” ou ainda “me sinto só” se fazem presentes no final do ano. Neste período a felicidade é exaltada e quem não se sente assim passa por um verdadeiro terror e ansiedade para que termine logo.

Passada a euforia das festas, é natural uma reflexão e planejamento de novas metas para o ano que se inicia. Isto também pode gerar angústia por falta de perspectivas. Não ter um projeto pode ser visto como não ter futuro. Ficar “na mesma” às vezes é visto com horror.

Vivemos em um período de fortes demandas em tempo curto. Temos de ser bem sucedidos em tudo e, de preferência, rápido. No entanto, o ser humano precisa de tempo para elaborar mudanças e aprender com as dificuldades.

Todos os dias são novos, não há necessidade de colocar todas as mudanças necessárias da vida concentradas em uma mudança de data apenas.

Mudanças são processos que demandam tempo e esforço. Muitas vezes elas vêm acompanhadas de dificuldades e sofrimento.

Se estiver difícil lidar com os sentimentos despertados por esta data, procure um psicólogo.

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